sexta-feira, 16 de novembro de 2007

segunda-feira, 5 de novembro de 2007

Amadurecimento da Semente


Todos os dias ocorrem um sem número de situações. Todas elas irão alimentar o "algo que não sabemos bem explicar", que nos dá o motivo para respirar e andar, ou seja, não passamos de uma célula de um orgão qualquer de um animal chamado Planeta Terra.

Engraçado como eu próprio dou tanta importância a um pequena célula quando nem sequer respeito nenhuma do meu corpo porque nem sequer as conheço...

Que criaturas nós somos que por muito diferentes desenhos que temos agimos sempre de forma equivalente, analisando claro, bem a fundo a questão.

É dificil progredir sózinho nesta luta pelo desvendar da vida mas com mais umas achegas não deixaremos o assunto fugir nem perder de vista o objectivo.

terça-feira, 21 de agosto de 2007

O Desleixo, a Preguiça, um mal que vem por bem ou um bem que vem por mal?


Pois é, o desleixo chegou.
Aliás, já cá estava... Agora pode ser que se vá embora. Agora que eu disse. Mas só agora...
O desleixo é algo que não se consegue determinar por equações mentais. É algo que surge invisivelmente e que se apodera do mundo até se tornar visível. Pois agora que já és opaco, eu digo, vai-te. Serás banido até te esfumares e voltares a ser transparente. Só assim vales por aquilo que és. Essa tua força viciante deixa de ter sentido a partir do momento em que a tua forma se torna visível. E invisível tornaste belo... Tão belo que és convidado a passar todo o tempo que quiseres até que a tinta da vida te pinta de cores aberrantes e então és enxovalhado. Não quero que mudes Desleixo, apenas que vás para outro lugar.

Um Abraço e volta sempre.

sexta-feira, 3 de agosto de 2007

URITI


O desvaneçer da alma é um quilo daquilo que aquilo precisa. Uriti é portanto neste momento o desvaneçer momentâneo de uma alma. Se essa frase é capaz de iludir desilusões ao mesmo tempo fará desiludir o ser iludido ao passo que pessoas sem o mínimo de crenças psicológicas nunca entenderam o processo metafísico da insconstância molecular da alma. Isto portanto e sendo assim permite-me entrar em devaneios mentais sem nenhuma qualquer pedra filosofal a impor a sua força histórica para derrubar a minha molécula. Porém... Não... Sim... Ãh? Ah pois! Sim sim.. Claro.. A sério!? Não...! Como assim? Oh! Tanso EhEhEh.. Buáhahaha..... Róspiak..... Maláketa.....Ih méne, inacreditável!

E assim fui feliz por um momento.

Beijinhos e Abraços

Demagogias

A altura não é boa para demagogias porque o cérebro demora-se em vigilância e como ele próprio reconhece o que vê, aguarda isoladamente pela tentativa do desdém à indiferença. As palavras esmorecem o sentido de ver mas reconhecem o pensar, melhor, o pensar em movimento.

Seguramente a altura não é boa…

O futuro arrebenta num clímax de expectativas que irrompem da presença, presença esta que coitada, só sobrevive na ausência, pelo menos falando em escrita. E esta medida de (d)escrever o português vai-se diluindo e manifestando-se contra mim, e interrogo-me: Isto é meu? Tu vais ler na minha ausência ou na minha presença? O que é? A pergunta corrói? Sobrevive-se ou ausenta-se?

sexta-feira, 20 de julho de 2007

Abrir Alas.


Tou farto da mediocridade desta vida. Trabalhar tudo bem, é preciso. Sem trabalho não há borga, aliás, é para isso que serve o trabalho, para alimentar a borga. Agora, ouvir os palhaços que têm cargos de grande responsabilidade e vê-los a discutirem como se de um recreio se tratasse, isto é de por os cabelos em pé. Cabrões dos mentirosos destes políticos de merda.

E isto é mesmo assim. A política é a escola da mentira, ou visto de outro ponto, é o local mais indicado para quem deseja ter como fio condutor da vida a mentira. Neste caso há que afirmar, meu caro José Socrates, és o maior político ehEH. Filhos das suas mães é certo, porém o destino tornou-os Porcos. Engraçado como na vida tudo é possível, até o impensável metamorfosiar do genoma humano. O rapaz era um encanto até que foi para a política...

Falta-nos portanto uma revolução. Sugestões aceitarei sempre. Não é preciso ser sangrenta, mas que não faltem uns tabefes.

terça-feira, 17 de julho de 2007

Citar

Apenas escrevo,
falo,
transcrevo,
cito,
sou,
dou,
como,
recebo,
reinvidico,
cito,
fodo,
respiro,
insulto,
presenteio,
grito,
situo,
solidifico,
ratreio,
exijo,
isolo,
felicito,
distribuo,
alegro,
etc.

Somente porque tenho duvidas…

Fará algum sentido???

…são encontros, memórias, ruídos que disseminam…
…não sou único nem diferente, sou igual, só tenho um fardo diferente, uma dúvida indiferente…

segunda-feira, 16 de julho de 2007

Não sei se vá ou se fique...


Não sei se vá ou se fique.

Não sei onde estou.

Deixo-me estar até acordar?

Não conheço isto, mas desejo saber o que é.

Quero mudar mas não sei para onde ir.

Se não conheço onde estou devo ficar?

Se desconheço outros sitios, devo ir?

Devo ficar ou devo ir?

Confuso estou, confuso ei-de ficar.

Quer fique quer vá.

E então o que ei-de fazer?

Ficar ou partir?

Preferia partir, mas, para ficar ou para partir novamente?

Que importa o território se este não é de ninguém?

Existir... Isso eu quero... Mas existir pressupõe ficar.

Ficar ou partir, partir e ficar.

Pra já vou ficar a pensar como vou partir.

quinta-feira, 12 de julho de 2007

Aiiiiiiiiiiii


Ai que já não durmo descançado.

Ai que me doi o plexo central e o ombro esquerdo de me ter virado um dia para a direita.

Já não conheço a cara das pessoas que até ontem eram irreconhecidas e eu que era um mestre na arte da nudez...

Estou fraco e sem esperança de algum dia me conseguir levantar.

Sinto o mar imenso dentro de mim e ao mesmo tempo fecho-me num berlinde.

Estou denso, pesado..

Sinto a mão a tremer cada vez que vejo alguém a deparar-se para mim.

Pressinto uma atmosfera carregada e prestes a cair sobre todos, todos os que nela agiram e os restantes que espectaram.

Atenção que uma tempestade está-se a aproximar..

Raios e trovões estão a chegar.

Um dilúvio pode acontecer.

A limpeza por fim vai avançar

e um novo rumo se vai poder tomar.

quarta-feira, 11 de julho de 2007

Ser Macrominusculino


Pilas grandes pilas pequenas, Seres grandes seres pequenos, Rabos grandes rabos pequenos. A macrominusculinidade está presente em cada um de nós. Somos seres que não nos contentamos com o que temos. Somos seres também que nem sabemos ao certo o que temos, mas somos seres, e isso já deve ser importante. Devemos isso a alguém? Então se não devemos porque é que o tamanho causa sentimentos de inferioridade ou superioridade? Poder ter um corpo perfeito... a magnificência da física... a ostentação do ridículo... olhem para o fundo e o que vêem? Átomos, e todos são iguais.

segunda-feira, 2 de julho de 2007

Metade.


Passamos para a segunda metade do ano 2007. Quer dizer que metade já passou e a outra irá passar. Metade por dentro e metade por fora, ao mesmo tempo. Ao mesmo tempo que do lado de dentro se vai enviando para fora. De tal forma que o que se transmite para fora irá ser absorvido para dentro.
Saltando de pedra em pedra o conhecimento ou a vivência vai-se depositando sobre as consciências daqueles que as têm... Já sabemos o que portanto nos espera até dezembro, certo?...

sábado, 23 de junho de 2007

Podia perguntar...

Óbvio que são 4h56…

Não há certezas que me retirem esta resposta

Mas também não há perguntas que me dêem esta resposta

É o velho tempo de voltar e largar

É o destituir da opção no abafo do eco

...

Aqui fico sem histórias para contar

E sem dentes para me morder

terça-feira, 19 de junho de 2007

À descoberta do ser vivo ou da vida?


O homem, ser humano, animal de quatro patas que se ergue em duas e manípula o seu meio com as restantes, à imagem de muito outros animais cuja diferença pensamos ser o orgulho que temos em ser humanos e nunca a certeza de sermos diferentes ou superiores. O homem busca o seu comparsa e rebusca o pensamento à procura de fórmulas intermináveis cuja solução passa pela afirmação daquilo que se procurava ou trata-se apenas de um caminho? Pois se eu daqui a roma posso ir pela esquerda ou pela direita também para se chegar a um resultado poderemos escolher diferentes fórmulas. Então o que nos torna Einsteins? Achar o caminho mais curto?

É só isso?

Porra... Então mais vale sentar-me um instante à espera do metro.

segunda-feira, 18 de junho de 2007

A Morte!


O Silêncio MATA

sexta-feira, 15 de junho de 2007

A luta pelo Quinhão!


Belos tempos foram em que as guerras se faziam no campo de batalha. Como eu gostava de ser um cavaleiro medieval! O facto é que hoje em dia já não há dessas batalhas embora existam outras que mais ou menos loucamente focam as pessoas obrigando-as a vender barato o seu amor.

Encaremos as nossas diversas situações quotidianas para percebermos que o que vamos tendo noção é do valor da vitória e da derrota. Tomamos-lhe o gosto para finalmente sabermos por onde caminhar. Em que campo de batalha irei eu parar hoje? Sim, eu posso escolher o campo, mas nunca saberei antes o resultado final.

Caminhemos!

Papiro ou jazigo?



Fala-nos então da tua experiência. Isto é, se ela ainda existir no teu aconchego?

Talvez não me esteja a explicar muito bem mas verdade que tolhe, eu também não sei como raio fazer esta pergunta! Se falo de papiro ou jazigo é igual para ti, se falo de piros ou de zigos, já piscas o olho. Tenho tudo isto fabricado na minha mente, como é claro, mas em caso de aplicação, a mentira é que não há jazigo para ti, nem papiro que te ilumine.

Talvez não estejas a perceber bem o que está a acontecer mas como vizinhos, sossega-te com a minha campainha porque daqui não saímos, ainda é cedo e a descendência é cruel. Assim, mantenho-me aqui para inebriar o sossego da tua vitrine. Deixo os soluços e retratos que nos regem, alçar a diáspora temporal que impregna o jazigo de papiros, tantos mais que não há poeira nem poesia que se imponha.

Talvez acabe com aquilo que ninguém te diz, a tua alma é minha!!

Respondi.

quinta-feira, 14 de junho de 2007




Hora interminável,
Vi-me numa das minhas acções,
Hora saída,
Hora puxada,
Sai-me tudo pelos ouvidos.
Abro a porta da carne, pergunto e não cedo,
Já era tarde. os olhos deslizam para não ceder,

Hora suja,
Hora estragada,
Não há retorno, nem mais horas,
Posso hesitar mas não quero estar,
Tempo de correr, tempo de equilíbrio,
Fico a ferver a morte de um acaso,
De modo a contrariar a vontade de reter

quarta-feira, 13 de junho de 2007

Mazgani

O Meu Mercedes
apresenta

Mazgani

Quinta-feira 14 Junho 23.00h

www.myspace.com/mazgani
www.naked.ptwww.omeumercedes.com

Entrada 3€

Preto, Noventa Seis, Percentagem...

Eu que estava completamente solidário e emborcado nos poderes, perdi a garganta quando o sapo desapareceu. Como é lógico, vamos circunscrever essa forma verde de modo a destrinçar o que contem de polivalente e de sintoma. Zero, contexto nulo para nos apercebermos que os dados estão viciados.

Atiro o primeiro dado. Pergunta inútil, o número é preto, ou seja, ausente de luz e aqui destituímos todos os casos nevrálgicos que apensariam uma finitude luar. Mas deixemos isto para quem se aquece como bruxo, pois, de seguida atiro o segundo dado. Numero % ou %, ou ficaremos no noventa e seis ou na percentagem, conclusões indevidas que se arrocham e despedacem de assinar a arrogância plastificada.

Preto

Noventa e Seis

Percentagem

Depois de penduradas as inscrições, fazemos o levantamento de imagens e a lavagem de olhos. Revolvemos a cara e abrimos a boca de tanta admiração. Seguem-se três risos…

Ahahahaha ahahahahah ahahahahah

segunda-feira, 11 de junho de 2007

Mais ao lado...

A deambular pelas várias instalações, dou por mim sem cabeça, sem tirar nem por... Não é sem uma qualquer cabeça, é a minha própria cabeça, pois só eu sei como ela me falta ou como ela me alivia nas promessas. Aiiii.... Não é nada pesada, nem a tenho nem me entendo, mas os olhos ainda pesam e tendem em divergir para a diagonal perto do chão. Penso e não posso pensar que já nem é vista nem é nada, é só mais um descendente que arregaça as mangas e pergunta:

- Onde estás?

- O que estás?

É claro que fico sem respostas, e sem respostas porque sem cabeça... Acho que agora já posso dizer, até logo...

sexta-feira, 8 de junho de 2007

10^10


Pois é, o exponêncialismo está vivo e presente nesta atmosfera infinitesimal. Como é lindo ver que o ser vivo existe e procria no mais curto espaço de espaço. O mar que é imenso cabe no meu bolso das calças. Quando preciso de sentir uma maresia basta-me enfiar um dedo no bolso e levá-lo ao nariz! Pois é, e isto para dizer o quê? Nada...absolutamente nada. Porquê? Tinha de progredir mais o pensamento? E voçês não faziam rigorosamente nada? Apenas ficavam a absorver a energia alheia, era? Pois...a facilidade...seres mesquinhos sem uma ponta de orgulho. Agora calam-se, não é?? Pois pois...a vossa sorte é eu não vos querer mal.
Vá lá, façam os trabalhos de casa!

3, 2, 1, 0, -1, --------


Peço a vossa atenção para um facto tão inesperado como idiossincraticamente esperado.
Neste momento e neste blog vive-se uma situação de crise de manutenção hipocondríaca, e assim se pede a todos a compreensão desmedida pelo o facto de não existirem sílabas que possam diminuir a hipótese do risco de significação. Deste modo, pretende-se proceder à contenção de uma virose múltipla que arraste estes autores para declínio fortuito das suas intenções. E é no seguimento destas declarações, que tenho o desprazer de anunciar que a disciplina hierárquica deste blog vai arrancar para uma possibilidade intra-mediática. Sendo assim, anúncio neste próprio momento que o fogo que nos impediu de iniciar este projecto está fogosamente extinto.

De imediato e espontaneamente, reivindicamos a nossa integração ao mundo das cinzas e dos folhetos, recolhemos amostras destituídas de todas as probabilidades de verdade para o regresso ao perigo de desmontagem singular. Para os confusos e os esclarecidos, mantemos a nossa afirmação mas com outro impulso e destreza irregular.





quarta-feira, 6 de junho de 2007

Manter...


Não é fácil manter um blog aceso a vida toda.

quinta-feira, 10 de maio de 2007

Quatro...


Onde estou?
O que faço?
Porque não apareces?
Hoje, apresento-me como um número quatro e informo-vos que o rabo aponta para norte.
Quatro pernas, quatro discos, quatro chaves, quatro sedas, quatro qualquer coisa ou tudo coisa...
Vermelho e nauseabundo é uma opcção, é um gesto pela palavra gasta no tempo.

sexta-feira, 4 de maio de 2007

A Imagem



Exmos Olhinhos,

venho por este meio exibir-me. Tenho estas formas tanto arrendondadas como lineares! Gostam de me ver? Esta é a minha imagem. Claro que posso alterar a minha forma de tempos a tempos mas elas irão ser sempre arredondadas e lineares. Isto é fundamental. A imagem. Pois é dela que nascem os sentimentos que os outros têm sobre nós. E é apartir dela que podemos criar esses sentimentos que no fundo são tudo o que interessa neste meio suburbano em que as nossas consciências descançam.


Cumprimentos para todos esses olhinhos!

segunda-feira, 30 de abril de 2007

A Irritação...

Ora Vivam!
Gostaria de escrever com toda a calma do mundo, transportar para aqui toda a grandiosidade dos oceanos, o canto doce do rouxinol, a leve brisa matinal de um dia limpo de verão, etc.

Mas não, o que me leva a escrever é a profunda irritação que sinto por ter ainda mais um motivo para estar irritado que à bocado, quando já tinha escrito sobre este tema mas entretanto o sr. PC ou lá o que foi decidiu que não era esse o texto que deveria ser apresentado e o problema é que já mal me lembro do que tinha escrito, até porque a confiança nas máquinas é tão grande que acaba com qualquer tentativa de esforço cerebral.

Acho que era do trabalho. Era concerteza, pois o trabalho é a coisa mais chata do mundo. Um emprego, isso sim é que é qualidade! Agora um trabalho, quem é que precisa disso??

A Ressaca...



A ressaca...o que dizer sobre este facto presente por vezes em quase todos nós...ela surge após a boémia e parece-se com uma tempestade. Será ela apenas uma forma natural de rejeitar algo criado pelo próprio ser?? Sim, porque a bebedeira, essa é criada, é como um castelo de legos..agora a ressaca parece-se mais com algo externo, nascido no céu e que vem desabar em cima de nós...

Nada como criar novo castelo para nos proteger-mos da ressaca!..ou não...

sexta-feira, 27 de abril de 2007

Inauguração


Olá a todos.
Sou um ser comum e passo a designar-me por pizzicato. Devo esta honra ao facto de tal coisa me apetecer e neste momento escrevo este texto para vos alertar que algo de novo está a surgir, nascendo de mentes sem morada fixa e que procuram descobrir a essência da vida. A partir de hoje e aqui os corpos transformam-se num grande massa de inspiração de onde nascerá o conceito "vida".