sábado, 23 de junho de 2007

Podia perguntar...

Óbvio que são 4h56…

Não há certezas que me retirem esta resposta

Mas também não há perguntas que me dêem esta resposta

É o velho tempo de voltar e largar

É o destituir da opção no abafo do eco

...

Aqui fico sem histórias para contar

E sem dentes para me morder

terça-feira, 19 de junho de 2007

À descoberta do ser vivo ou da vida?


O homem, ser humano, animal de quatro patas que se ergue em duas e manípula o seu meio com as restantes, à imagem de muito outros animais cuja diferença pensamos ser o orgulho que temos em ser humanos e nunca a certeza de sermos diferentes ou superiores. O homem busca o seu comparsa e rebusca o pensamento à procura de fórmulas intermináveis cuja solução passa pela afirmação daquilo que se procurava ou trata-se apenas de um caminho? Pois se eu daqui a roma posso ir pela esquerda ou pela direita também para se chegar a um resultado poderemos escolher diferentes fórmulas. Então o que nos torna Einsteins? Achar o caminho mais curto?

É só isso?

Porra... Então mais vale sentar-me um instante à espera do metro.

segunda-feira, 18 de junho de 2007

A Morte!


O Silêncio MATA

sexta-feira, 15 de junho de 2007

A luta pelo Quinhão!


Belos tempos foram em que as guerras se faziam no campo de batalha. Como eu gostava de ser um cavaleiro medieval! O facto é que hoje em dia já não há dessas batalhas embora existam outras que mais ou menos loucamente focam as pessoas obrigando-as a vender barato o seu amor.

Encaremos as nossas diversas situações quotidianas para percebermos que o que vamos tendo noção é do valor da vitória e da derrota. Tomamos-lhe o gosto para finalmente sabermos por onde caminhar. Em que campo de batalha irei eu parar hoje? Sim, eu posso escolher o campo, mas nunca saberei antes o resultado final.

Caminhemos!

Papiro ou jazigo?



Fala-nos então da tua experiência. Isto é, se ela ainda existir no teu aconchego?

Talvez não me esteja a explicar muito bem mas verdade que tolhe, eu também não sei como raio fazer esta pergunta! Se falo de papiro ou jazigo é igual para ti, se falo de piros ou de zigos, já piscas o olho. Tenho tudo isto fabricado na minha mente, como é claro, mas em caso de aplicação, a mentira é que não há jazigo para ti, nem papiro que te ilumine.

Talvez não estejas a perceber bem o que está a acontecer mas como vizinhos, sossega-te com a minha campainha porque daqui não saímos, ainda é cedo e a descendência é cruel. Assim, mantenho-me aqui para inebriar o sossego da tua vitrine. Deixo os soluços e retratos que nos regem, alçar a diáspora temporal que impregna o jazigo de papiros, tantos mais que não há poeira nem poesia que se imponha.

Talvez acabe com aquilo que ninguém te diz, a tua alma é minha!!

Respondi.

quinta-feira, 14 de junho de 2007




Hora interminável,
Vi-me numa das minhas acções,
Hora saída,
Hora puxada,
Sai-me tudo pelos ouvidos.
Abro a porta da carne, pergunto e não cedo,
Já era tarde. os olhos deslizam para não ceder,

Hora suja,
Hora estragada,
Não há retorno, nem mais horas,
Posso hesitar mas não quero estar,
Tempo de correr, tempo de equilíbrio,
Fico a ferver a morte de um acaso,
De modo a contrariar a vontade de reter

quarta-feira, 13 de junho de 2007

Mazgani

O Meu Mercedes
apresenta

Mazgani

Quinta-feira 14 Junho 23.00h

www.myspace.com/mazgani
www.naked.ptwww.omeumercedes.com

Entrada 3€

Preto, Noventa Seis, Percentagem...

Eu que estava completamente solidário e emborcado nos poderes, perdi a garganta quando o sapo desapareceu. Como é lógico, vamos circunscrever essa forma verde de modo a destrinçar o que contem de polivalente e de sintoma. Zero, contexto nulo para nos apercebermos que os dados estão viciados.

Atiro o primeiro dado. Pergunta inútil, o número é preto, ou seja, ausente de luz e aqui destituímos todos os casos nevrálgicos que apensariam uma finitude luar. Mas deixemos isto para quem se aquece como bruxo, pois, de seguida atiro o segundo dado. Numero % ou %, ou ficaremos no noventa e seis ou na percentagem, conclusões indevidas que se arrocham e despedacem de assinar a arrogância plastificada.

Preto

Noventa e Seis

Percentagem

Depois de penduradas as inscrições, fazemos o levantamento de imagens e a lavagem de olhos. Revolvemos a cara e abrimos a boca de tanta admiração. Seguem-se três risos…

Ahahahaha ahahahahah ahahahahah

segunda-feira, 11 de junho de 2007

Mais ao lado...

A deambular pelas várias instalações, dou por mim sem cabeça, sem tirar nem por... Não é sem uma qualquer cabeça, é a minha própria cabeça, pois só eu sei como ela me falta ou como ela me alivia nas promessas. Aiiii.... Não é nada pesada, nem a tenho nem me entendo, mas os olhos ainda pesam e tendem em divergir para a diagonal perto do chão. Penso e não posso pensar que já nem é vista nem é nada, é só mais um descendente que arregaça as mangas e pergunta:

- Onde estás?

- O que estás?

É claro que fico sem respostas, e sem respostas porque sem cabeça... Acho que agora já posso dizer, até logo...

sexta-feira, 8 de junho de 2007

10^10


Pois é, o exponêncialismo está vivo e presente nesta atmosfera infinitesimal. Como é lindo ver que o ser vivo existe e procria no mais curto espaço de espaço. O mar que é imenso cabe no meu bolso das calças. Quando preciso de sentir uma maresia basta-me enfiar um dedo no bolso e levá-lo ao nariz! Pois é, e isto para dizer o quê? Nada...absolutamente nada. Porquê? Tinha de progredir mais o pensamento? E voçês não faziam rigorosamente nada? Apenas ficavam a absorver a energia alheia, era? Pois...a facilidade...seres mesquinhos sem uma ponta de orgulho. Agora calam-se, não é?? Pois pois...a vossa sorte é eu não vos querer mal.
Vá lá, façam os trabalhos de casa!

3, 2, 1, 0, -1, --------


Peço a vossa atenção para um facto tão inesperado como idiossincraticamente esperado.
Neste momento e neste blog vive-se uma situação de crise de manutenção hipocondríaca, e assim se pede a todos a compreensão desmedida pelo o facto de não existirem sílabas que possam diminuir a hipótese do risco de significação. Deste modo, pretende-se proceder à contenção de uma virose múltipla que arraste estes autores para declínio fortuito das suas intenções. E é no seguimento destas declarações, que tenho o desprazer de anunciar que a disciplina hierárquica deste blog vai arrancar para uma possibilidade intra-mediática. Sendo assim, anúncio neste próprio momento que o fogo que nos impediu de iniciar este projecto está fogosamente extinto.

De imediato e espontaneamente, reivindicamos a nossa integração ao mundo das cinzas e dos folhetos, recolhemos amostras destituídas de todas as probabilidades de verdade para o regresso ao perigo de desmontagem singular. Para os confusos e os esclarecidos, mantemos a nossa afirmação mas com outro impulso e destreza irregular.





quarta-feira, 6 de junho de 2007

Manter...


Não é fácil manter um blog aceso a vida toda.