A deambular pelas várias instalações, dou por mim sem cabeça, sem tirar nem por... Não é sem uma qualquer cabeça, é a minha própria cabeça, pois só eu sei como ela me falta ou como ela me alivia nas promessas. Aiiii.... Não é nada pesada, nem a tenho nem me entendo, mas os olhos ainda pesam e tendem em divergir para a diagonal perto do chão. Penso e não posso pensar que já nem é vista nem é nada, é só mais um descendente que arregaça as mangas e pergunta:- Onde estás?
- O que estás?
É claro que fico sem respostas, e sem respostas porque sem cabeça... Acho que agora já posso dizer, até logo...
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