
Fala-nos então da tua experiência. Isto é, se ela ainda existir no teu aconchego?
Talvez não me esteja a explicar muito bem mas verdade que tolhe, eu também não sei como raio fazer esta pergunta! Se falo de papiro ou jazigo é igual para ti, se falo de piros ou de zigos, já piscas o olho. Tenho tudo isto fabricado na minha mente, como é claro, mas em caso de aplicação, a mentira é que não há jazigo para ti, nem papiro que te ilumine.
Talvez não estejas a perceber bem o que está a acontecer mas como vizinhos, sossega-te com a minha campainha porque daqui não saímos, ainda é cedo e a descendência é cruel. Assim, mantenho-me aqui para inebriar o sossego da tua vitrine. Deixo os soluços e retratos que nos regem, alçar a diáspora temporal que impregna o jazigo de papiros, tantos mais que não há poeira nem poesia que se imponha.
Talvez acabe com aquilo que ninguém te diz, a tua alma é minha!!
Respondi.
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