A altura não é boa para demagogias porque o cérebro demora-se em vigilância e como ele próprio reconhece o que vê, aguarda isoladamente pela tentativa do desdém à indiferença. As palavras esmorecem o sentido de ver mas reconhecem o pensar, melhor, o pensar em movimento.
Seguramente a altura não é boa…
O futuro arrebenta num clímax de expectativas que irrompem da presença, presença esta que coitada, só sobrevive na ausência, pelo menos falando em escrita. E esta medida de (d)escrever o português vai-se diluindo e manifestando-se contra mim, e interrogo-me: Isto é meu? Tu vais ler na minha ausência ou na minha presença? O que é? A pergunta corrói? Sobrevive-se ou ausenta-se?
sexta-feira, 3 de agosto de 2007
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